Grid

domingo, 28 de novembro de 2010

O que faço para a sobremesa?

Ontem fomos jantar a casa de uns amigos e apeteceu-me levar uma sobremesa diferente. Depois de vaguear um pouco pelos meus sites e blogs favoritos, não fiquei encantada com nenhuma das receitas que me foram passando pelos olhos. A ideia de experimentar fazer verrines já andava on the back of the head há algum tempo e... foi desta.
Sou completamente viciada em framboesas. É um daqueles frutos que me faz fechar os olhos e derreter-me de prazer. São bonitas, deliciosas e óptimas para combinar com outros sabores. E, claro, ficam a matar dentro de um copo. E a hortelã que as enfeitou, essa, é do "jardim" cá de casa...


Costumo comê-las apenas com iogurte grego, mas resolvi experimentar como ficariam com um creme mais elaborado. Com queijo creme, pensei. Mas pareceu-me demasiado óbvio. Então e que tal com o creme de mascarpone que costumo fazer com o tiramisú? Pareceu-me bem mais interessante.



Mas faltava ali qualquer coisa, humm, crocante. Uma base de crumble deve ficar bem, pensei. E assim fiz: um crumble com farinha, açúcar amarelo, manteiga e nozes, tudo bem misturado na picadora até parecer areia grossa. Misturei umas amêndoas laminadas e pus no forno até ficar bem tostadinho. Depois foi só pôr no fundo dos copos... os de whisky pareceram-me uma boa escolha.


Depois do crumble, as framboesas, cobertas pelo creme e enfeitadas com a hortelã. Et voilá!



A textura ficou interessante: cremoso ao início, sumarento e ligeiramente ácido no meio, crocante no final. Para a próxima, vou pôr um pouco menos de açúcar no crumble. Talvez experimente dar-lhe um toque alcoólico. Mas fiquei satisfeita com o resultado final.

Pin it

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...