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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Viver Paris - Parte Dois


Foram só alguns passeios ao final do dia. Mas deu para viver a cidade.


 

Uma cidade onde, cada vez mais, se anda de bicicleta.


Onde tanto acontece à beira do Sena, nessas margens que, na minha memória, não passavam de sítios ermos e abandonados...


... e que agora se enchem de vida e de vidas.




Mesmo em dias com chuva, há o consolo das galerias. Não das grandes, mas destas pequenas ruelas cobertas que nos acolhem e protegem e onde se encontra tantos tesouros.


Assim se vive Paris.

domingo, 15 de junho de 2014

Viver Paris - Parte Um


Quando visitamos um sítio novo, temos tendência para querer ver tudo, fazer programas sobrecarregados para não perdermos pitada do que nos recomendam os guias e o que é certo é que acabamos por não ter oportunidade de o viver. Não ia há treze anos a Paris mas já lá tinha estado duas vezes, sempre de férias. No final de Maio fui em trabalho e, consequentemente, não tive muito tempo para grandes programas. Mas pude, finalmente, viver um pouco do final do dia da cidade. É tão diferente quando conseguimos guardar o mapa e andamos a vaguear, deixando-nos perder pelas ruas...



Porque há sempre um recanto diferente. 



Uma estátua inusitada.


Uma esplanada cheia num final de tarde de Domingo, para observar de uma das escadarias que nos leva ao Sacré Coeur.


Uma praça cheia de gente, de artistas, de cheiros, de línguas diferentes faladas em constante espanto.


Um café com tecto e paredes e balcão forrados com mensagens.


Uma varanda com gerânios.


Um palco num varandim, aguardando a peça que irá ser apresentada nessa noite.


E as escadarias, sempre as escadarias...


... que se descem para contemplar um dos expoentes da cidade.


O carrossel, imortalizado pela Amélie...


E um fim de tarde nas Tuilleries...


... onde relaxar, conversar, viver são palavras de ordem...


... para ganhar forças para uma semana de trabalho.


E os reflexos que me prendem, sempre os reflexos...


É assim que termina um passeio relaxado por Paris.


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Um fim-de-semana na aldeia

Estive para aqui a escrever um grande relambório para contar como a minha vida é ocupada e como ando exausta. Escrevi e apaguei, escrevi e apaguei... é que de facto, não vale a pena escrever sobre o óbvio. Como ter tempo neste mundo retorcido onde o Homem é capaz de inventar a tecnologia para lhe melhorar e facilitar a vida, mas não é capaz de perceber que ele próprio não é uma máquina (inorganicamente falando) e que esta velocidade a que todos vivemos não é sustentável? Como ser capaz de abrandar, de apreciar a vida, de saborear o momento, de criar, de fazer algo diferente ou, pura e simplesmente, de não fazer nada? É difícil. Mas é possível.

Há quase dois anos que eu e o André não fazíamos uma pausa, não tirávamos uns dias apenas para nós, sem fraldas, sem sopas, sem guerras com trabalhos para casa, sem casa em polvorosa, sem stress de manhã, à tarde e à noite... no último fim-de-semana tirámos. Fomos para perto, para muito perto, e ainda assim pareceu-nos tão longe do tempo e do espaço a que estamos habituados.

Foi aqui.
 
 


Uma aldeia pacata, toda recuperada. Uma sensação de enorme conforto, apesar do vento inclemente. Pão fresco à porta de manhã, um pequeno-almoço preparado à moda antiga, em cafeteiras e leiteiras de alumínio. 


Um almoço de petiscos minuciosamente preparados na 'tasquinha' da aldeia. Ler, ler, ler. Demasiado frio e demasiada chuva para irmos jantar onde quer que fosse, então o queijinho, o presunto e a garrafa de vinho que nos lembrámos de levar, just in case.


Um rasgo de sol a permitir algumas fotografias.


Como se chama, afinal? Aldeia da Mata Pequena, bem perto de Mafra.