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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Acabei de ler...


The Casual Vacancy

Comecei a ler o Harry Potter quando a saga ia no quinto livro. Nunca me tinha dado para ali e sempre tinha desconfiado da histeria de massas em torno de cada novo livro que saía. Por muito que me custe admitir, às vezes sou um bocado preconceituosa... Mas o André resolveu comprar todos os livros de uma vez e levá-los para umas férias e o que é certo é que ambos os devorámos em pouco menos de uma semana (uma daquelas coisas que deixamos de conseguir fazer com filhos pequenos...). A partir daí, tornei-me fã, sobretudo porque a complexidade da história vai aumentando e passam a ser cada vez menos livros juvenis. Nunca me juntei às massas histéricas à porta das livrarias, mas ansiei por cada um dos livros que saíram a seguir e li-os mal saiu a versão inglesa. Hoje, tendo-os lido todos, acho a J.K. Rowling genial, não só pela sua escrita, muito rica, como pela capacidade inventiva para criar um universo tão diferente.

Foi, por isso, com um misto de expectativa e desconfiança que comecei a ler o The Casual Vacancy, o seu primeiro livro "para adultos". É, sem sombra de dúvidas, um livro de personagens. Tem-nas a rodos e demorei quase cem páginas a memorizar quem é quem. A história gira em torno da vida de uma pequena vila inglesa, cujo dia-a-dia é profundamente afectado pela morte súbita de um dos seus habitantes, Barry Fairbrother, um membro particularmente activo na comunidade, adorado por uns, detestado por outros. Através de cada personagem, vamos conhecendo um pouco de Barry e das ambições em torno do lugar no parish council (o equivalente à freguesia no sistema político inglês) que a sua morte deixou vago.

Gostei da riqueza das personagens, mas achei a história morninha e um pouco sem sal, longe da trama intrincada a que a J.K. nos habituou e bem mais juvenil do que os últimos livros da saga Harry Potter. Um livro sofrível, nada mais.   

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Acabei de ler...

(daqui)

Muito se ouve sobre o José Luis Peixoto. Há quem adore. Há quem deteste. Para mim, depois de ter lido quatro dos seus livros, é essencialmente um poeta a escrever prosa. A sua escrita transpira poesia. E eu adoro poesia. Em parte por isso, faço parte do primeiro grupo. Acabei de ler o seu primeiro livro de viagens, um relato sobre a viagem que fez à Coreia do Norte durante as comemorações do centenário do nascimento de Kim Il-sung. Uma descrição impressionante sobre a falta de liberdade de um povo numa ditadura construída em torno do culto da imagem de um líder e dos seus descendentes, sobre a farsa, sobre a histeria colectiva e o exagero. Sobre um povo de mente totalmente condicionada. Mas, também, sobre pequenos rasgos de felicidade e de afeto, pequenos sinais de irreverência que por vezes emergem da ordem pré-fabricada e que, talvez, sejam uma semente de mudança.

Citando: num mundo imperfeito, não há ninguém que esteja sempre certo. Da mesma maneira, ninguém está sempre errado.

A não perder!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Acabei de ler...


El Prisionero del Cielo
(daqui)


A terceira porta para o Cemitério dos Livros Esquecidos abriu-se finalmente. E desta vez, ficamos a conhecer a história do Férmin Romero de Torres...

É muito, muito bom. Se o Jogo do Anjo me tinha desiludido (pela forma como o último terço do livro está escrito), aqui não só o autor se redime como torna claro porque é que houve uma alteração tão grande à história e ao estilo da narrativa no final daquele livro. Tudo passa a fazer sentido. Genial!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

E o Pai Natal chegou mais cedo

Eu bem disse que ia abrir os cordões à bolsa. Ora cá está ele...


Bastou-me folheá-lo para ficar a salivar...


Era para ser uma prenda de mim para mim, mas a minha mãe chegou-se à frente. Thanks mom!