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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Número Três

Fiz a minha terceira mala. Como tenho usado sempre o mesmo modelo, que vou aumentando a cada nova experiência, já a consegui montar num instante. Desta vez fi-la com duas alças, o que também se revelou pacífico. O problema são os detalhes: no momento exacto em que cosi as alças, fiquei desanimada: ficou horrível. Depois tentei dar uns pontos à mão por cima... pior ainda ficou. Então, por fim, fiz um rolinho com a parte solta da alça e lá salvei a honra do convento. Vêem-se os remates, mas consegui evitar que o desastre fosse total...


Desta vez não usei linhas contrastantes para não se notar tanto a falta de técnica e as costuras tortas. E, lição valiosa, aprendi que se o tecido for realmente apelativo, os defeitos ficam mais disfarçados.  O resultado final foi este:


Bem, ficou suficientemente decente para ser a prenda de anos da minha mãe. Ser cobaia nestas experiências é uma das funções das mães. Acho que ela gostou ou então disfarçou bem...

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