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domingo, 16 de outubro de 2011

Um belo aniversário

Sete de Outubro. Nada melhor do que completar trinta e quatro anos a brincar. Como já havia contado aqui e aqui, gostamos sempre de fazer alguma coisa diferente nos nossos aniversários e o deste ano foi mesmo diferente...

Para além de ser acordada com beijinhos e miminhos, o dia despertou soalheiro, apesar de frio. Tinham-nos dado no hotel a possibilidade de tomar o pequeno-almoço num dos restaurantes do parque, o que por sinal se revelou um pequeno-almoço perfeito para começar um dos melhores dias de anos que já tive.  


De barriga bem cheia, seguimos para a única área que ainda não tinhamos explorado, a Discoveryland. Começámos pelas naves espaciais do Orbitron, onde o meu medo das alturas me fez passar um mau bocado. A Catarina delirava com a altura e a velocidade, eu encolhia-me e esperava que aquilo passava depressa e o André, na nave atrás da nossa, fazia malabarismos para fotografar-nos e manter a nave em altitude ao mesmo tempo.


Em seguida, demos uma mãozinha ao Buzz no seu implacável combate ao temível Zurg. Não se pode dizer que eu tenha sido grande ajuda, a minha inépcia para tiro ao alvo, ainda por cima em movimento, ficou comprovada. Duas vezes! Na primeira, fiz uns seis mil pontos, contra os quarenta e três mil do André. Na segunda, fiquei-me pelos cinco mil e quinhentos (nem com treino lá vou) e até a Cat fez quase mais pontos do que eu...



Terminámos o nosso périplo pela Discoveryland no simulador de vôo do Star Wars, que nos dá um pouco da sensação de uma viagem espacial atribulada. O André foi também ao Space Mountain, a montanha-russa que há dez anos me curou da febre das montanhas-russas e me fez jurar que jamais  voltaria a pôr os pés numa coisa daquelas) e, daqui, fomos ver o que nos faltava da terra das princesas.



No It's a Small World, os costumes de todo o mundo são retratados por bonequinhos risonhos e canções alegres. No diorama de Portugal dançava-se uma das nossas danças típicas, talvez o vira. Não percebi bem o que era e não consegui fotografar o nosso espaço naquele pequeno grande mundo.


Novamente na rua, o sol dava outra luz e outra beleza aos cenários. Está tudo feito com tanto cuidado e pormenor que nos sentimos realmente noutro mundo...


Só nos faltava uma atracção para experimentarmos tudo o que havia para ver e fazer: dar a volta ao parque no combóio. É magnífico! Cada zona do parque tem uma estação, desenhada de acordo com o seu tema, mas o que eu gostei realmente foi do combóio propriamente dito. Mais uma vez, o pormenor a conquistar o meu coração...



Finda a volta, tinhamos o resto do dia para repetir os divertimentos favoritos. Os Piratas das Caraíbas estão no meu top porque não só a viagem em si é emocionante (tem uma pequena dose de thrill e a possibilidade de levarmos um banho não está excluída) como toda a envolvente é simplesmente fabulosa: escura, húmida e quente. Todos os vícios dos piratas do nosso imaginário colectivo estão bem representados e caricaturados: tesouros (Yo), pilhagens (Oh), mulheres (Oh)... and a bottle of rhum! Brilhante! Para além disso, há um restaurante (Blue Lagoon) lá dentro e que viamos sempre no início da viagem. Foi a minha escolha para o almoço de aniversário. Para além de os pratos serem (supostamente) das Caraíbas e para além de estarem deliciosos, o ambiente em si é fenomenal. Foi sem dúvida um dos pontos altos da viagem.


Depois do almoço tardio, ficámo-nos pela zona do Big Thunder Mountain e da Casa Assombrada (obviamente) e como não podia deixar de ser, tivemos todos os vilões à nossa disposição. A melhor cena do dia, que não fui a tempo de fotografar, foi ver a bruxa da Branca de Neve a correr atrás de um grupo de miúdos (e respectivos pais) que berravam e riam desalmadamente.


Foi um grande dia de aniversário.  É impossível não ter um dia feliz aqui.

Dia oito de Outubro foi o dia do regresso. Tinhamos ainda a parte da manhã para queimar os últimos cartuchos, mas o Sábado é definitivamente um mau dia para estar na Dísney. Perde-se mais tempo nas filas do que em qualquer outra coisa e nem o Fastpass é uma boa alternativa. Aproveitei a manhã para fotografar a Main Street, por onde passávamos todos os dias e que ainda não tinha recebido a devida atenção da minha lente. E bem a merece.


Acabaram assim as nossas mini-férias na Disney. A grande surpresa. O aniversário perfeito. Aproveitámo-los ao máximo pois sabemos que tão cedo não será possível voltar. Mas trouxemos connosco grandes memórias e histórias para contar.


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