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sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012!

Não há nada como um novo ano, um calendário novinho, o cheiro de uma nova agenda (para quem ainda as usar em papel). Um ano novo é um sinal de esperança e esperança é o que não nos poderá faltar na adversidade. Por isso, desejo-vos um óptimo 2012 e que consigam manter a esperança viva nos vossos corações.

E se tiverem paciência, espreitem a versão longa da minha mensagem de ano novo... 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Sobre o tempo ou a falta dele

Às vezes o tempo escorre-nos pelos dedos, esfuma-se, desaparece em menos de nada. Nem sempre é por termos mais coisas para fazer do que o habitual. Pode ser por haver algo fora do previsto. Pode ser por algo estar a correr pior do que o costume. Pode pura e simplesmente ser por estarmos sem a energia habitual. Nas últimas semanas, foi um pouco de tudo: mais trabalho, imprevistos, algumas falhas e uma enorme falta de energia. Mas vou estar de férias nos próximos quatro dias. Para preparar o Natal, é certo, mas isso não é trabalho. É puro prazer!!! Isto, sem dúvida, faz-me feliz!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Canela + Requeijão = Perfeição

Há fins-de-semana que nos transcendem, em que parece que tivemos um problema de agenda e que marcámos tudo o que havia para marcar numas meras quarenta e oito horas. O nosso fim-de-semana foi assim, com um almoço nos sogros, uma ida à biblioteca para a hora das histórias, um jantar em casa dos amigos, uma ida às compras com a minha mãe seguido de um almoço em nossa casa... no fundo, comer, beber, cozinhar, passear, comer, beber, beber, cozinhar, passear, cozinhar comer, conversar, beber, conversar, beber, conversar... 

Em cheio, tal como eu gosto!!!

Na sexta, planeava tirar um monte de fotografias para relatar as várias experiências culinárias e gastronómicas que se iriam suceder nos dias seguintes. Wishful thinking... é claro que mal tive tempo para me coçar, por isso o plano só se concretizou para a tarte de requeijão que fiz para levar à jantar em casa dos nossos amigos.... o frango com ervas e limão, as batatas gratinadas, a sopa de castanhas e cogumelos e o crumble de maçã terão que ficar para posts futuros.

Vamos à bela da tarte. Esta é uma receita que faço há anos e que foi herdada ou da minha mãe ou de uma amiga dela, não me lembro bem. É fácil, rápida e deliciosa.

Para a base, é necessário um pacote de bolacha Maria e cem gramas de manteiga. A maneira mais fácil é picar a bolacha com a manteiga (a minha picadora é pequena, por isso faço-o em duas vezes), uma vez que fica logo um bom areado que basta deitar na tarteira (forrada com papel vegetal) e calcar para dar a forma da base.


Depois vem o recheio. Um requeijão bem escorrido, que se esborracha com um garfo e ao qual se junta quatro colheres de sopa de açúcar e quatro gemas. Pode bater-se com a batedeira, mas como o requeijão deixa sempre alguns grumos eu prefiro usar a varinha mágica. 


Fica um creme liso e corredio ao qual se junta um pacote de natas, que se vai misturando muito bem. Por fim, canela, tanta quanto gostarem. Como eu gosto muito, pus cerca de duas colheres de sopa e bati até fazer espuma. Por fim, bate-se as claras em castelo com mais duas colheres de açúcar e quando estiverem merengadas, incorporam-se na massa do requeijão. 



O resultado deve ser um creme muito leve e fofo, que se verte sobre a base da bolacha. 


Vai ao forno a cento e oitenta graus, devendo tirar-se quando começar a dourar por cima, mas antes de secar completamente por dentro.


Fica óptima, com uma consistência suave e húmida, fragante, enchendo a casa com o seu cheiro a canela. Enfim, perfeita para comer no Outono.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O que me faz feliz: semana três


A última semana foi fria e chuvosa, com greves, trânsito, autocarros atrasados, autocarros apinhados, acidentes. A somar ao clima global de desânimo, pensarmos em coisas que nos fazem feliz pode ser difícil. Mas... são sempre as pequenas coisas que nos fazem sorrir: o calor das castanhas assadas a aquecer-nos as mãos, termos uma boa revista para folhear no autocarro enquanto estamos presos no trânsito, o nevoeiro (e, como lembrava o Rui, as sirenes dos barcos a rasgar o silêncio da manhã) ou a perspectiva de um fim-de-semana de conversa... foram estas as coisas que me fizeram feliz durante a semana, como fui relatando aqui.

Gosto de sair do trabalho e comprar umas castanhas quentinhas para enganar o frio...

Gosto do dia em que sai a minha revista favorita. Posso passar o serão a lê-la e a preencher a cabeça com boas ideias...

Gosto de mantas e mantinhas e de ficar com as pernas quentinhas...

Gosto de manhãs de nevoeiro, sabe bem estar nas nuvens...

Gosto de antever um fim-de-semana passado à mesa, com horas e horas de conversa, boa comida e melhor vinho à mistura...

Gosto de ter tido um fim-de-semana tão preenchido que nem deu tempo para as rotinas do costume..




domingo, 6 de novembro de 2011

O que me faz feliz: semana dois

Em resposta ao desafio de que vos falei aqui e resumindo o que fui escrevendo aqui, estas foram algumas das coisas que me fizeram feliz na última semana. 

Gosto de feriados, explicar para quê?

Gosto de ver as crianças a brincar, mostra-nos como a vida pode ser descomplicada..

Gosto do cheiro a limão impregnado nas mãos…

Gosto do fim de um dia agitado, em que finalmente me posso sentar e... ahhh...

Gosto deste preciso momento, em que é sexta-feira, acabei de chegar a casa e tenho o fim-de-semana todo pela frente...

Gosto de tardes de conversa, de corte e de costura, com scones e chá à mistura...

Gosto de me sentar na minha varanda a apanhar o sol de Outono, de preferência a ler ou a escrever...

E a vocês, o que vos faz feliz?


sábado, 5 de novembro de 2011

Uma mala dentro da mala

Às vezes é preciso termos muito à vontade com os amigos para lhes darmos aquilo que é feito por nós. Isto é especialmente verdadeiro quando a nossa técnica é ainda algo limitada, quando ainda erramos e quando a probabilidade de o produto final sair com pequenos "defeitos" é significativa. Este ano decidi fazer algo para dar à minha amiga M. no seu aniversário. Já foi em meados de Outubro e a prenda está pronta desde o fim-de-semana passado, mas só hoje estivemos juntas e, por isso, só agora vos posso mostrar o que andei a fazer. Isto.


O que é? Uma mala para usar dentro da mala. É isso mesmo e é uma das melhores invenções que conheço. Comprei uma há uns três anos e, desde então, praticamente deixei de demorar horas e horas a encontrar a chave ou a carteira ou o que for que por lá andar. Tudo arrumado.


Como a minha é absolutamente eficiente, tentei fazê-la tão parecida quanto possível. Foi difícil, porque implicou coser quatro bolsas diferentes, uma delas com fecho. Aliás, foi o primeiro fecho que cosi na vida e... é tão complicado quanto parece, sobretudo se for numa bolsa... mas a pequena bolsa exterior é imprescindível porque, tendo fecho, dá para guardar uma panóplia de coisas pequenas, daquelas que só se encontram nas nossas malas. 

Decidi fazer várias divisórias externas, muito úteis para o telemóvel, para o passe, para guardar canetas e lápis e para o carregador USB, por exemplo. A bolsa bege sustenta as divisórias; a bolsa interior está dobrada sobre a exterior e permite que se use a fita para fechar e impedir que o conteúdo caia para dentro da mala. E dá para prender as chaves do lado de fora. Clever...


Como disse, o processo não foi fácil; às vezes, foi mesmo frustrante. Mas valeu a pena, não só porque consegui fazer algo realmente difícil como porque, e especialmente, a minha amiga gostou.

domingo, 30 de outubro de 2011

O que me faz feliz: semana um

Na semana passada, através do Pedaços do Mundo da minha amiga M., fiquei a saber do desafio lançado pela Margarida, do Pano Pra Mangas: escrever pelo menos uma vez por dia algo que gostemos e  lê-lo tentas vezes quanto necessário. Aceitei o desafio e tenho escrito as minhas frases diariamente aqui. Esta semana foi assim...

Gosto do tempo que passa entre o despertar e o levantar, em que o meu mundo está silencioso e quente e confortável...


Gosto de estar com a minha avó e ouvir as mesmas histórias vezes e vezes sem conta, ver as mesmas fotografias, partilhar as mesmas memórias e, de vez em quando, ser surpreendida por algo que desconhecia...


Gosto dos Domingos de manhã, que são sempre o meu momento de preguiça na semana...

Gosto de passar o primeiro Domingo invernoso do ano em casa, a ver a chuva a cair e a ouvir o vento a soprar...

Gosto de fazer as primeiras fornadas de bolachas do ano e ficar com o seu aroma impregnado em cada canto da casa...

Gosto de ir buscar a minha filha à escola e de a ver correr para mim com o seu sorriso rasgado e sincero...

Gosto de escrever, de me perder na escrita, de me perder dentro de mim...

Gosto de massa com molho de tomate, sem mais chatices ou complicações...

Gosto de contar histórias a preceito, de fazer as vozes, de inventar os gestos, de dar vida ao que outros puseram no papel...

Gosto do céu pintado a aguarela, minutos antes de desaparecer o último raio de sol...




Para a semana há mais...

domingo, 23 de outubro de 2011

Bombons com creme Regina

Há anos que não comia os meus bombons favoritos, os bombons com creme Regina. Anos. É provável que os haja à venda em muitos sítios, mas nunca mais os vi. Ontem, no nosso passeio matinal pela Baixa, encontrei-os na Casa Pereira. 


E assim são eles, em forma de pequeno sino. Como quase sempre acontece com as coisas que me marcaram na infância, comê-los implica um ritual muito pessoal.


Vêm embrulhados em prata colorida, que se abre com cuidado para não rasgar...


... trinca-se e come-se a parte de cima ...


... lambe-se o creme...



... come-se o chocolate...


... e alisa-se a prata no final.

As saudades que eu tinha destes bombons e deste pequeno ritual.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Um desafio! Gosto disso!

A minha grande grande amiga M. referiu no seu blog Pedaços do Mundo, que sigo e recomendo, um desafio que anda a circular por alguns (muitos, pelo que parece) blogs: "escreverem, pelo menos uma vez por dia, algo de que gostem - e leiam-nas tantas vezes quantas quiserem". A ideia partiu da autora do Pano pra Mangas e é sem dúvida uma óptima ideia

A M. comentou "Numa época em que somos inundados de más notícias, nada como relembrarmo-nos diariamente das coisas que mais gostamos!". Eu não saberia dizê-lo melhor.

Entretanto, fui espreitar os blogs que foram sendo referidos:


De todas as frases que li, tiro sempre a mesma ideia de que são pequenas coisas, os pequenos momentos que nos fazem realmente feliz. Como a Amélie e os dedos enterrados no saco de feijões, lembram-se?

Por isso, parece-me bem aderir ao desafio e vou fazê-lo aqui e aqui. E, dos milhares de pequenas coisas que me estão a passar pela cabeça neste momento, parece-me mais do que justo e verdadeiro escrever a seguinte:

Gosto de ver que, mesmo ao fim de dezassete anos, a minha grande grande amiga continua a mostrar-me e ensinar-me coisas novas

E isso faz-me muito feliz!

domingo, 16 de outubro de 2011

Um belo aniversário

Sete de Outubro. Nada melhor do que completar trinta e quatro anos a brincar. Como já havia contado aqui e aqui, gostamos sempre de fazer alguma coisa diferente nos nossos aniversários e o deste ano foi mesmo diferente...

Para além de ser acordada com beijinhos e miminhos, o dia despertou soalheiro, apesar de frio. Tinham-nos dado no hotel a possibilidade de tomar o pequeno-almoço num dos restaurantes do parque, o que por sinal se revelou um pequeno-almoço perfeito para começar um dos melhores dias de anos que já tive.  


De barriga bem cheia, seguimos para a única área que ainda não tinhamos explorado, a Discoveryland. Começámos pelas naves espaciais do Orbitron, onde o meu medo das alturas me fez passar um mau bocado. A Catarina delirava com a altura e a velocidade, eu encolhia-me e esperava que aquilo passava depressa e o André, na nave atrás da nossa, fazia malabarismos para fotografar-nos e manter a nave em altitude ao mesmo tempo.


Em seguida, demos uma mãozinha ao Buzz no seu implacável combate ao temível Zurg. Não se pode dizer que eu tenha sido grande ajuda, a minha inépcia para tiro ao alvo, ainda por cima em movimento, ficou comprovada. Duas vezes! Na primeira, fiz uns seis mil pontos, contra os quarenta e três mil do André. Na segunda, fiquei-me pelos cinco mil e quinhentos (nem com treino lá vou) e até a Cat fez quase mais pontos do que eu...



Terminámos o nosso périplo pela Discoveryland no simulador de vôo do Star Wars, que nos dá um pouco da sensação de uma viagem espacial atribulada. O André foi também ao Space Mountain, a montanha-russa que há dez anos me curou da febre das montanhas-russas e me fez jurar que jamais  voltaria a pôr os pés numa coisa daquelas) e, daqui, fomos ver o que nos faltava da terra das princesas.



No It's a Small World, os costumes de todo o mundo são retratados por bonequinhos risonhos e canções alegres. No diorama de Portugal dançava-se uma das nossas danças típicas, talvez o vira. Não percebi bem o que era e não consegui fotografar o nosso espaço naquele pequeno grande mundo.


Novamente na rua, o sol dava outra luz e outra beleza aos cenários. Está tudo feito com tanto cuidado e pormenor que nos sentimos realmente noutro mundo...


Só nos faltava uma atracção para experimentarmos tudo o que havia para ver e fazer: dar a volta ao parque no combóio. É magnífico! Cada zona do parque tem uma estação, desenhada de acordo com o seu tema, mas o que eu gostei realmente foi do combóio propriamente dito. Mais uma vez, o pormenor a conquistar o meu coração...



Finda a volta, tinhamos o resto do dia para repetir os divertimentos favoritos. Os Piratas das Caraíbas estão no meu top porque não só a viagem em si é emocionante (tem uma pequena dose de thrill e a possibilidade de levarmos um banho não está excluída) como toda a envolvente é simplesmente fabulosa: escura, húmida e quente. Todos os vícios dos piratas do nosso imaginário colectivo estão bem representados e caricaturados: tesouros (Yo), pilhagens (Oh), mulheres (Oh)... and a bottle of rhum! Brilhante! Para além disso, há um restaurante (Blue Lagoon) lá dentro e que viamos sempre no início da viagem. Foi a minha escolha para o almoço de aniversário. Para além de os pratos serem (supostamente) das Caraíbas e para além de estarem deliciosos, o ambiente em si é fenomenal. Foi sem dúvida um dos pontos altos da viagem.


Depois do almoço tardio, ficámo-nos pela zona do Big Thunder Mountain e da Casa Assombrada (obviamente) e como não podia deixar de ser, tivemos todos os vilões à nossa disposição. A melhor cena do dia, que não fui a tempo de fotografar, foi ver a bruxa da Branca de Neve a correr atrás de um grupo de miúdos (e respectivos pais) que berravam e riam desalmadamente.


Foi um grande dia de aniversário.  É impossível não ter um dia feliz aqui.

Dia oito de Outubro foi o dia do regresso. Tinhamos ainda a parte da manhã para queimar os últimos cartuchos, mas o Sábado é definitivamente um mau dia para estar na Dísney. Perde-se mais tempo nas filas do que em qualquer outra coisa e nem o Fastpass é uma boa alternativa. Aproveitei a manhã para fotografar a Main Street, por onde passávamos todos os dias e que ainda não tinha recebido a devida atenção da minha lente. E bem a merece.


Acabaram assim as nossas mini-férias na Disney. A grande surpresa. O aniversário perfeito. Aproveitámo-los ao máximo pois sabemos que tão cedo não será possível voltar. Mas trouxemos connosco grandes memórias e histórias para contar.


quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Princesas? Não! A Casa Assombrada, por favor...

Seis de Outubro.

E que tal se a primeira coisa da manhã for andar na Big Thunder Mountain? Três vezes! De seguida! É claro que sim! Há que aproveitar bem os primeiros quarenta e cinco minutos da manhã, em que quase não há filas e em que o Fastpass não é necessário. É uma excelente forma de começar o dia... para além de que nos permitiu ver detalhes no caminho que a entrada rápida não permite.


Mas o que eu queria realmente era andar no barco. Apesar do tempo (sim, apanhámos chuva, para variar um pouco do tempo que esteve nas nossas férias... ano azarado, hein?), eu sabia que o passeio de barco daria algumas das melhores fotografias da viagem. Acho que não me enganei...



O verdadeiro desejo da Cat era ir à Casa Assombrada, num misto de receio e curiosidade. Explicámos-lhe que era tudo a fingir, mas que poderia haver algumas coisas assustadoras. Isso não a demoveu. Fomos recebidos por um porteiro que desempenhava tão bem o seu papel, que olhou para ela com um ar misterioso e meio comprometedor. Também não a demoveu. Lá dentro, fazia-se ouvir uma música de fantasmas meio arrepiante, mas que recebeu o comentário: esta música é linda, mãe! E não a demoveu. Só quando a porta se fechou e começámos a ouvir uma voz de mordomo a dar-nos as boas vindas, é que houve um quero ir embora daqui, por favor, saído de um pequeno fio de voz, mas lá a convencemos a ficar para ver como era. Mais de cinco anos e meio disto ensinaram-me que basta vender bem a ideia: comecei a comparar os pormenores da casa a coisas dos filmes dela e.. bem, digamos que foi a atracção favorita e que perdi a conta ao número de vezes que por lá andámos, nesse dia e nos dois que se seguiram. 



No fundo, entre Big Thunder Mounten e Casa Assombrada, passámos a maioria do nosso tempo na Frontierland.


A chuva limitou-nos um pouco, mas deu-nos para explorar a maior parte do parque. Passámos ainda algum tempo na Adventureland, em particular nos Piratas das Caraíbas (uma das melhores atracções, na minha opinião) e andámos nos divertimentos clássicos da Fantasyland - o voo do Peter Pan, o Pinóquio e a Branca de Neve. O flash é o ponto fraco da minha máquina, por isso as poucas fotografias que tirei no escuro ficaram demasiado más para virem para o blog. Sou esquisita, eu sei...
  

As meninas de cinco anos deliram quando vêem as princesas e perseguem-nas quase ferozmente. No nosso caso, dada a preferência marcada pela casa assombrada, vimos sobretudo os vilões, que se reunem por essas bandas. Confesso que não tive pachorra para ir à caça de autógrafos. A Catarina não quis tirar fotografias com ninguém (são estranhos, não se tira fotografias com estranhos, mãe), bom ou mau, vilão ou princesa. Mas perdemos algum tempo a ver o espectáculo, que dava grande destaque ao Homem Sombra e à Maléfica... Afinal, os vilões também têm direito a  algum protagonismo, ou não?


O que vos posso dizer mais? Só que terminámos a tarde com quatro (!) voltas na Big Thunder Mountain. E chega, não? 

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